Três anos de poupança para emigrar, um problema — onde guardar
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M. mantinha uma planilha com uma data no cabeçalho e um número que deveria subir todo mês. Subiu, por um tempo. Depois a moeda local oscilou, o banco acrescentou outra taxa «temporária» e o advogado de imigração enviou uma fatura que tinha de ser paga em algo diferente do que M. ganhava no trabalho. Nada disso era sobre criptomoeda. Era sobre partir.
